Está em produção um documentário da Indômita Produções, com direção de Patrick Menegazzo, que aborda a imigração a partir da perspectiva das crianças venezuelanas e haitianas nas escolas do Rio Grande do Sul. De natureza sensível e comprometida com a escuta, o filme investiga a principal esfera pública de acolhimento dessas infâncias: a escola.
A obra questiona se as instituições estão preparadas para receber essas crianças, se elas se sentem integradas, se há adaptação adequada e se as políticas públicas existentes são suficientes para garantir permanência, dignidade e pertencimento.
Um filme sobre infância, educação e convivência em tempos de deslocamento.
Estreia prevista para o segundo semestre de 2026.
Conheça quem fez o filme acontecer.
Veja o que jé foi dito na mídia sobre o filme
O projeto busca dar voz às próprias crianças, ouvindo delas como ocorre o processo de inclusão e quais são os principais desafios enfrentados, especialmente a barreira da língua — fator que muitas vezes compromete o aprendizado e a socialização com colegas, professores e a comunidade escolar.
A narrativa também reunirá depoimentos de professores, pedagogos, diretores, antropólogos e gestores públicos, avaliando as ações implementadas por estados, municípios e instituições de ensino para garantir uma integração mais efetiva...
Um documentário de cunho social e educacional jogará luz sobre um tema cada vez mais presente nas escolas gaúchas: a imigração de crianças estrangeiras. Intitulado “Ciranda sem Fronteiras”, o filme idealizado pela pedagoga Regiane Renata Zeppe e dirigido pelo cineasta Patrick Menegazzo, com produção da Indômita, foca nas vivências de meninos e meninas venezuelanos e haitianos, entre 5 e 12 anos, que estão em processo de inserção no ambiente escolar do Rio Grande do Sul...
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